É possível substituir a função das raízes dentárias com a instalação de implantes. Isso é muito mais que retomar as funções fisiológicas da mastigação, apoio à dicção e melhora na digestão. Significa reinserção social, autoestima e qualidade de vida.
A implantodontia, técnica utilizada no implante dentário para repor dentes perdidos por causas diversas, é um tratamento para a perda dentária e abrange um conjunto de ferramentas de diagnóstico e técnicas cirúrgicas.
De forma geral, a técnica mais utilizada é a colocação cirúrgica de implantes de titânio. O procedimento descrito é conhecido como o método com implante osseointegrável, em que o pino é fixado no osso e após um processo de recuperação, os dentes artificiais são fixados no paciente.
Tratamentos mais atuais e avançados que garantem uma melhora na saúde bucal e na autoestima.
O processo de higienização de um implante dentário é bem mais simples que em próteses removíveis. Entre os cuidados necessários, estão a escovação diária e a limpeza com fio dental. Resumindo? A forma de higienizar os dentes implantados é a mesma dedicada aos dentes naturais.
Quando o processo de implante é finalizado, a sensação é a de que o dente implantado é igual ao natural, ou seja, não se movimenta durante o processo de mastigação ou durante a fala, como acontece com as próteses móveis. Por isso, proporciona maior conforto às pessoas.
O dente implantado tem o aspecto bem natural, até porque, a forma como ele é fixado faz com que se pareça com um dente natural. Por isso, embora a estética não deva ser o fator determinante para optar por um implante, ele contribui para melhorar a autoestima das pessoas.
Como o material do pino permite a integração óssea, a durabilidade do dente implantado é extremamente longa. Isso significa que, se houver a conservação da peça com a devida higiene bucal, o implante pode durar cerca de 20 anos.
O implante dentário é contraindicado para pessoas que têm dificuldade de cicatrização ou uma deficiência no sistema imunológico. Pacientes com diabetes descontrolada, doenças cardíacas graves, câncer e doença autoimune também não estão aptos ao tratamento.
Uma outra questão é em relação ao volume ósseo do paciente, que deve ser suficiente para suportar o implante. Em caso negativo, o tratamento poderá ser feito da mesma forma, entretanto será preciso passar por uma etapa anterior — a cirurgia de enxerto ósseo, procedimento para a produção de volume ósseo adequado.
Agora que você já sabe quem pode fazer um implante odontológico, procure o tratamento se você perdeu um ou mais dentes ou ainda quer substituir a prótese móvel. O procedimento é muito seguro e os resultados vão trazer qualidade de vida e aumento da autoestima.